◊ Visita do Consulado Geral de Portugal em Paris
No dia 17 de março de 2026, as turmas de décimo ano e nono ano da secção internacional portuguesa do Liceu Honoré de Balzac foram ao Consulado Geral de Portugal em Paris.
Foram recebidos no salão Eça de Queirós pela Cônsul Geral Adjunta, Mafalda Paiva de Oliveira.
A seguir, o grupo foi dividido em dois, enquanto um grupo visitava a exposição autobiográfica do artista Glaçon, o outro grupo visitava e aprendia informações sobre o consulado.
A visita guiada por Eva, uma funcionária do consulado, teve lugar em vários espaços com funções diferentes.
Para compreender melhor a visita foi necessário saber o que é um consulado. Um consulado é um lugar administrativo que representa a nossa nação noutro país.
A visita foi guiada dentro de quatro serviços. O primeiro, no piso térreo, onde falamos sobre a importância dos documentos de identificação com o chefe de serviço.
No primeiro andar, foi apresentado o registo civil, incluindo os registos de casamento, de nascimento, união de facto e óbitos.
No terceiro andar, a visita teve lugar no serviço jurídico e notário, onde falamos sobre heranças, procurações, certificados e autorizações de saída de território.
Por fim, a visita permitiu-nos descobrir a importância dos serviços públicos e da cooperação administrativa dum país para outro.
◊ Visita da exposição « Orgulhosamente Abril »
O artista Glaçon criou uma exposição misturando a história de Portugal, nomeadamente o 25 de abril, e a sua própria história através da street-art.
Nesta exposição, o artista aborda vários temas, tais como a história da sua família, a questão da emigração, o seu percurso artístico, etc.
Durante a nossa visita, o artista estava presente para nos explicar cada uma das suas representações.
A exposição « Orgulhosamente Abril », reúne obras que refletem sobre a memória individual e coletiva.
Integrando-se ao Projeto Literanto, de Sara Nogueira, a exposição procura incentivar o diálogo entre gerações e reforçar a ligação das comunidades lusófonas com as suas culturas e raízes.
As obras de Glaçon evocam personagens e acontecimentos ligados à história portuguesa, convidando o público a refletir sobre a liberdade, a identidade e o papel da memória coletiva.
Texto escrito pela turma de décimo ano



